quinta-feira, 22 de junho de 2006

Noite de fados, e uma frase...

..."Os olhos do meu amor não os vejo em mais ninguém"

terça-feira, 20 de junho de 2006

A medo

Hoje choveu o dia todo. A medo, deixei as águas furtadas da cabeça entre-abertas e sequei o sol na gaveta do peito.




Bem sei que sendo português, vou esbarrar com o politicamente correcto, mas cá vai (a medo):
Estou feliz.
Posso, mas não me quero queixar. Dá muito trabalho aos escritórios do meio dos nervos.
Ouço fado, mas com os vincos certos na cara.
Tenho dormido bem, graças a uma vasta equipa que me arrasta os olhos até ao rés-do-nada.
Já são horas. Quais? Não sei, é o que se diz nestas alturas.
Visto-me com roupas de dormir, daquelas que dão vergonha aos acordados.
Pais insistem (ou talvez só a mãe): "não deites fora essa t-shirt, aproveita que dá para dormir".
Dormir com uma t-shirt boa, pode, em muitos casos, fazer dói-dói no mais profundo sentimento do Dr. Ó-ó.
Era aborrecido.
Sempre imaginei o Dr. Ó-ó como um indivíduo de rastas,tocador do "mai" bonito djambé do Adamastor e a comer sabonetes de haxixe pra queimar o tempo.
O Dr Ó-ó não roda o sabonete (leia-se como nota de roda-texto)
E faz-se apresentar sempre, mas sempre, com uma t-shirt velha.
O Dr Ó-ó não é beto. Olha betinhos pró Dr. Ó-ó!
Raramente dormimos com uma camisa Gant ou Façonnable. E se o fizéssemos, ia-mo-nos dar mal.
Não queremos isso.
Sapato de vela azul escuro com sola branca? Não me parece. "Meiínha" velha.
O Sr Ó-ó não brinca: Trabalho é trabalho e bardamerda caladinhos.
Visto a tal t-shirt (viu dr ó-ó, há aqui uma generosa dose de respeito)

Apago a noite num cinzeiro, daqueles que guardam o que os pulmões não querem.
Tranco os olhos. Dou duas voltas, e deixo a chave encostada aos teus dedos, não te vá dar uma aflição a três terços da noite.
Durmo o número de horas desde sempre acordado com o centro das costas: demasiadas, mesmo para quem dorme demasiado.
Sonho.
A cores, ultimamente. Não porque seja uma exigência minha, que em matéria de sonhos sou um rapaz modesto, mas porque o preto e branco se esquece da tua cor.
Acordo com os bons dias sentados nos olhos.
Abro o chuveiro e dou de beber ao corpo e meio. O meu.
Desço, queimo o peito da língua com cinco tragos de café e escondo o açúcar na cave da língua, para o que der e vier.
Escondo a chave do carro no bolso, rasgo a porta de casa e dou de caras com a metade quente do sol.
Embrulho-o e guardo-o na terceira gaveta.




Hoje choveu o dia todo. A medo, deixei as águas furtadas da cabeça entre-abertas e sequei o sol na gaveta do peito.

domingo, 18 de junho de 2006

De rajada...

...perco a carteira, chave de casa, e do carro.
Assim, a quente.
E penso (pouquinho) de mim para mim:
"Bruno, caso ainda não te tenhas dado conta, uma parte generosa do teu império material desapareceu em 5 mn."
Riu-me, mas com a parte fraca do sistema nervoso.
Façamos então o ponto da situação:
Estou portanto algemado em casa, sem poder sair, sem transporte e sem dinheiro para me fazer transportar.
A pé? Muitos km´s. Mesmo. Nem sequer vamos por aí.
Telemóvel com saldo para ligar a alguém? Não me parece.
Um muito obrigado a todos os que tornaram isso possível.
E agora vou para dentro, que tenho um coração por bater.

terça-feira, 13 de junho de 2006

Uma linha

Haveria muitos textos engraçados para escrever, mas achei que uma linha chegava para alimentar outras quarenta nas vossas cabeças:

Cláudio Ramos como padrinho da marcha do Castelo.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Dia bom

Acordar com a alegria atestada no peito.
Arrumar cd´s, dvd´s, e livros nas prateleiras do "até que a morte nos separe".
Aproveitar a folga com tropeções em nada para fazer, mas que têm de ser feitos.
Cheiro a brasas com a língua de fora prás sardinhas.
Cheira bem.
Cheira a dias com sorrisos pregados nos cantos dos lábios.
E tu no canto dos olhos.



E agora shiuuu, que vou por o coração a dormir.

domingo, 11 de junho de 2006

Palavras amontoadas

Não tenho tema nenhum para o que vai ser escrito nos próximos minutos.
Só dedos a pisarem teclas com a força de dedos que pisam teclas.
São 19h30, o dia foi calmo, ou quase nada, como de resto se apresentam os Domingos. Fico sempre com a leve (muito leve) sensação de que o Domingo é a parte de trás de um outro dia qualquer.
Custa-me a acreditar.
Chego aos Domingos como quem chega à Igreja: não acredito.
Comi bem, graças a mim.
Acabei de ler o Expresso, onde ofereciam uma bonita bandeira de Portugal. A questão é: será que chegam?
O Mundial ainda não começou e já não posso ouvir falar dele. Que Deus o leve.
Descansei o dia todo.
Sinto-me de rastos.
Descansar cansa-me. Faz-me doer o meio da cabeça.
Recebo chamadas e mensagens boas, daquelas que fazem festinhas no peito do peito.
Desfolho a Focus, a Visão e a Única. Dão-me um ar intelectual e engana por segundos o leitor.
Arrumo-as, e com ela a tarde.
Como tudo o que engorda. Nada me engorda.
Olho para a agenda semi-fechada no outro canto da sala. Semi-abro-a.
Amanhã, segundo dizem, acorda outro dia.
O Domingo, passa o tempo a espreguiçar-se. E eu ajudo-o, em braços coreografados.
Bom jogo.
Angola já leva 1-0 na pá.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Retrospectiva

Afastado, um pouco.
Mas o trabalho e a falta de internet também ajudaram.
Ainda assim, fica aqui
ou melhor,
aqui,
o meu pedido de desculpas formal a todos os que diariamente tentam beber algo mais do que letras do meu blog.
Um grande bem haja também para a imprensa cor-de-rosa que tanto tenta saber da minha vida à boleia do meu querido blog. Ainda assim, garanto-vos que há coisas bem mais interessantes para vasculhar, nomeadamente um curso de jornalismo, por mais curto que seja.
Estreou então "O Pior Condutor de Sempre", o meu mais novo. Correu muito bem a estreia, ainda que num dia conturbado. Honestamente, a praia é mais convidativa do que um sábado à tarde frente à minha trombinha. Audiências muito boas ainda assim. Mais uma vez, muito obrigado.
Continua "Avalanche" no Villaret, até sabe Deus quando. E mesmo ele anda baralhado com estas coisas das datas.
Por hoje encosto-me no sofá com o portátil nas pernas, e leio os vossos mails.
A noite está mais do que boa, está de braços abertos.
Abraço-a?

sábado, 15 de abril de 2006

O preço a pagar

A única diferença que separa um paparazzi de um violador, é que o violador não se esconde.

quinta-feira, 23 de março de 2006

Boletim meteorológico

Suspiro a cinzento escuro, nestes dias. Tenho o céu todo a trovejar nos olhos.
É muito cinzento, mesmo para um amor daltónico. Cansa-nos a alma mal ela acorda.
Não lhe dá espaço para rasgar um ou dois vincos de riso.
Nada.
Arrasta-nos para o fundo do mundo.
Quando era (ainda) mais novo adorava estes dias. Estava intimamente ligado com o facto de não haver aula de educação fisica. E isso enchia-nos de coisas para fazer. Mesmo à custa de nunca as virmos a fazer.
Hoje em dia, mais precisamente hoje, desmancha-me. Vento, chuva e frio não alimenta muita esperança aos olhos.
Pelo menos aos meus.
Dá vontade de esconder o dia de toda a gente e esticar as pernas numa casa de janelas cimentadas.
Os dias cinzentos têm esse duro dom de descansarem uma lupa sobre o que quer que nos doa peito adentro.
A lupa é tão grande...
Que venha o sol, nem que seja por um quarto de hora, para nos lembrar que há vincos na alma.

segunda-feira, 20 de março de 2006

"O Pior Condutor De Sempre"

Começo, não tarda, a gravar um programa de televisão curioso. "O Pior Condutor De Sempre", assim se chama. Confesso que a principío fiquei de pé atrás, desconfiado na ideia de que se pretendia promover gratuitamente um mau condutor. A ideia não é essa, pelo menos de uma forma directa. Pretende-se "agarrar" em 13 maus condutores e submetê-los a uma melhora. Rir com eles, e não deles, entenda-se. Também eu não sou o melhor dos condutores. Nenhum português se assume um mau condutor, todos conduzem "benzinho" (leia-se: em contra-mão). Há sempre a probabilidade de num episódio levar uma ripada de um qualquer "bonzinho condutor" nas canelas e ficar com as pernas em U.
Quando começar a gravar deixo-vos mais detalhes.
Há fases da vida pessoal de quem vos escreve muito conturbadas e duras. Esta assinala-se uma delas.
Enfim...

sexta-feira, 17 de março de 2006

"Avalanche"


Bem sei, tenho estado ausente. Mas os motivos são bons, pelo menos para mim, confesso. Esta é a peça que me faz perder gramas e ganhar experiência nos dias que correm. Espero vê-los por lá.
Lá onde?
Villaret, de Terça a Sábado, pelas 21h30.
Apareçam.
E que nosso senhor vos acompanhe.
Ah, e aquele de cabelo muito arranjadinho...enfim...sou eu.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Ámen

Sou crente, e muito. Mas na realidade. É essa crença que me afasta do catolicismo, graças a deus.

domingo, 15 de janeiro de 2006

Portugal dos Pequeninos

Somos pequeninos, e gostamos disso. É assim que somos. Cada um de nós vive numa bolha Actimel que lhe sacode o "próximo" dos ombros. Pouco nos acorda se está alguém caído no chão, ou se estamos a 15 km/h, de charuto lambido na boca, a conduzir o nosso Jacuzzi numa faixa única de rodagem.
Nada.
Temos a boa educação a espreguiçar-se no bolso de trás das calças.
Temos medo de quem vive nesta betoneira de indiferença que é o povo português. Medo que o civismo e a simpatia nos cause febre alta e nos leve Vick ao peito.Medo dos outros "nós".
Bem sei que o tabaco mata, mas a falta de educação mói. Muito. Gabamo-nos das excepções. "Hoje um senhor foi muito simpático comigo, até me ajudou a levantar depois de me ter dado com a testa num poste". E estoiramos. Fazemos disso um fogo de artificio a ser mastigado num jantar pós-laboral.
Somos pequeninos, mas é por dentro. Nas nossas cabeças. Tornámo-nos bestas de cimento, bem cinzentas e frias, com suores que alguém nos fale na rua e nos obrigue a mostrar mais do que o cieiro. Somos demasiado importantes para quem carece de importância. Temos mais do que fazer. Não ganhamos nada com isso. Se fossem quadradinhos de queijo, ou um sumo novo de maçã e canela a ser oferecido numa mesinha ajeitada de um qualquer supermercado, aí tinhamos um ajuntamento digno de cordão policial. Acotovelavam-se caras para saciar uma sede que nunca tinha nascido. Gostamos muito de coisas dadas. Não porque gostemos ou nos faça falta, mas porque... são dadas. Se dessem frasquinhos da Vista Alegre com gotinhas de Hepatite C, estávamos lá batidos. Faz-nos crescer 5 cm e levantar o queixo do chão. O saber estar e respeitar, esse, já dói dois palmos acima dos rins. Já lateja quando muda o tempo. É melhor não mexer, que alguém há-de arranjar. Somos pequeninos, e julgamo-nos em tripés.E não me venham com merdas que é a crise. Conheço pessoas que vivem com 40 contos por mês (sim, na moeda antiga), e romperam a bolha Actimel. Todos temos os nossos problemas, doa a quem doer. Se repararem bem, ter civismo e boa educação, ainda não se paga. Há-de lá chegar, mas enquanto chega e não chega, aproveitem. Pode ser a melhor coisa que fazem por quem tropeçar nos vossos olhos.
Para compensar tudo isto, tomamos medidas, e tornamo-nos irreverentes conformistas. Dos que arrepanham um estalo num lado da face e passam Nivea na outra, para preparar o que aí vier. E revoltamo-nos... mas por acabar o Nivea.
Somos directos e fortes, mas nas mesas de café. Aí, mudamos o mundo. Elegemos presidentes, rasgamos as costas dos amigos, acendemos promessas de murros e contra-murros nas montras do "ai se fosse comigo...". Mas recolhida essa mesa, somos, uma vez mais, pequeninos. Engolimos tudo, fazemos a digestão e abraçamos o amigo das costas rasgadas. Mas fechamos os olhos, que a carne ainda está ali bem viva.
Somos inertes. Queremos que o mundo mude, mas pela mão do outro, "que hoje não me ficava em caminho".
Para a próxima passem Nivea e dêem a outra face, mas à vossa mão.
E já agora, vasculhem o bolso de trás das calças.
Acordem.

sábado, 7 de janeiro de 2006

...

Ontem vi-te, e esqueci-me de respirar.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

Praga, como sempre, como dantes


Que Praga é bonita, isso sempre se soube. Eu apenas descobri hoje, com os olhos, que foram quem primeiro a guardou. Frio, muito. Sente-se o corpo a resguardar-se dentro da barriga. Ainda assim, um quentinho no peito de se passear em ruas bonitas demais para olhos tão pequenos. Praga faz-nos querer rasgar os olhos para ver mais. Cheguei há uma mão cheia de horas, e por hoje deito-me no quarto de hotel, com uma vista linda, tanto para a rua, como para a cama que me abre os braços.
A propósito, ou nem por isso, um 2006 cheio de tudo o que mais pediram, que bem merecem. A verdade é que não sei se merecem, mas meti na cabeça que tinha de acabar de uma maneira bonita.
Porra... não merecem não. Esqueçam o que eu disse. E esqueçam 2006, é um número meio parvo que não faz grande sentido.
Ai a minha vida... vocês tiram-me do sério.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2005

"Porque deixaste de ir?"

Achei por bem, depois de assistir a várias lotarias de hipóteses, responder, de uma vez por todas (assim o espero), a esta pergunta.
A primeira vez que fui convidado para o "Levanta-te e Ri", ainda eu, e o programa, eramos anónimos. Convidaram-me no nono programa para actuar. Passada uma simpática primeira vez, continuei a ir, as vezes que me convidavam, para testar os meus textos de stand-up comedy, para bem ou para mal (que aparecer na televisão não é sinal de qualidade. Nem ontem, nem especialmente hoje.)
O minha mais comentada participação no programa, foi no aniversário da Sic, no Coliseu de Lisboa. Texto de que me orgulho muito, e actuação que em nada me envergonha. Nessa altura, o "Levanta-te e Ri" era um programa cuidado, que fazia questão de levar lá textos, também eles, cuidados. Entenda-se, sem qualquer modéstia, que tanto eu cresci com o programa, como ele comigo. Comigo e com o Aldo, Nilton, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Rocha, (entre outros poucos) e sempre conduzido com o talento indíscutivel do Marco Horácio. Lembro-me das últimas vezes ter ido e ter pensado que não era aquilo.
O "Levanta-te e Ri" tinha mudado por completo. Por um simples motivo que defendo as vezes que for preciso: Portugal não têm humoristas suficientes para dar de comer a tantos programas. E como não têm, entra-se na deprimente engrenagem mal oleada do "vale-tudo", em busca de um novo Aldo, um novo Nilton, enfim, um novo humorista. Força-se o nascimento de humoristas, a sangue frio. Banaliza-se a comédia. Por isso mesmo, deixei de ir ao programa. E não o faço por vedetismo, faço-o por opção consciente. Não vou ao programa porque, hoje em dia, em nada me identifico com ele.
No outro dia via, num programa em que se falava do "Levanta-te", uma telespectadora a cuspir o seguinte: "Acho mal ele ter ido ao programa e depois nunca mais ter aparecido. Aproveitou para se lançar e depois esqueceu-se do programa". Minha senhora, eu não me esqueci. O problema é precisamente ter óptima memória e saber como ele era. Quanto ao facto de me ter aproveitado do programa para me lançar, digo-lhe o seguinte: Os textos, foram escritos por mim. Não devo nada a ninguém. Nada. Calculo que tenha um restaurante ao qual gosta de ir particularmente. Vai lá, certamente porque a carne é optima, ou o peixe fresquissímo. Se amanhã lá for, e o seu peixe tiver 3 semanas, ou o seu bife for uma fatia de nervos, dúvido que lá vá com a mesma alegria. E porquê? Porque é inteligente, ou assim o espero.
E agora ponho um ponto final, a seguir ao ponto final.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Sou Português

O meu bilhete de identidade, e o facto de ir agora fazer as compras de natal, não deixam dúvidas: sou, de facto, Português.
Passei ainda há pouco pelo Oeiras Parque e senti-me no Festival Sudoeste, tal era a multidão. É pavoroso. Mete medo. E mete ainda mais saber que sou um deles. Também eu só agora vou escolher o que podia ter escolhido ha 364 dias atrás. Filas e filas de trânsito, com promessas de "para o ano não volto a cair nesta". E o "para o ano",esse, nunca mais chega.
Vou então fazer as compras, que só hoje me convenci. Consegui sobreviver à tentação de deixar para dia 24, vou hoje, dia 23. Como os adultos. Também eu já sou crescido.
Agora saio, rumo às tantas outras pessoas que se arrastam, ou são arrastadas, pelas montras que mostram ansiedades.
E para o ano, não volto a cair nesta.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Copy Paste

"Gosto tudo de ti", escreveu António Lobo Antunes, e repito eu.

...

Ai o circo, o circo...

domingo, 11 de dezembro de 2005

"Antes Eles Que Nós", o fim?

Desde já, o meu pedido de desculpas pela falta de posts novos. A vontade é muita, o tempo, muito pouco. Ainda assim, queria dizer-vos que ontem terminámos a temporada da peça "Antes Eles Que Nós", no São Luiz. Correu muito bem, o público encarregou-se de fazer correr ainda melhor. Muito obrigado, respeito-vos do fundo do meu coração. Por isso mesmo,e num momento de pura embriaguez, o São Luiz convidou-nos a ficar também Janeiro.
E nós, tudo bem.
Assim sendo, quem ainda não teve oportunidade de ver, terá agora. Os bilhetes julgo já estarem disponíveis nas bilheteiras do próprio teatro. Despeço-me dos 6 graus que hoje me aquecem o corpo, e me fazem tilintar os pés.