quinta-feira, 20 de julho de 2006

Tá quase!

Faltam, exactamente, 4 dias para ir de férias.
E não há coisa mais bonita, quanto a mim, de se partilhar num blog.
Ou há?

quarta-feira, 19 de julho de 2006

O humor, como ele deve ser.

Era para este lado que devia evoluir o humor em Portugal. Ainda tenho essa esperança.
A série chama-se "Extras" do mais que talentoso Ricky Gervais (criador da série The Office). Uma série sobre figurantes de série e filmes, com vários "cameos" de actores conhecidos do grande publico. Neste em particular é Ben Stiller.
Fica aqui provado que o humor, quando bem feito, não tem limites.
Só o bom gosto.
Que se abram as mentalidades e se suba um degrau na inteligência de fazer rir.
A comédia não é uma arte menor como se tenta mostrar em Portugal.
Não se deixem enganar. É muito mais do que isso, assim nos deixem fazer.
É uma arte que muito me orgulha. Não cá.
Nada. Tirando honrosas excepções, que se contam pelos dedos de uma meia mão.
Sou exigente como espectador porque não gosto de me sentir estúpido.
Espero o mesmo desta nova geração também. Quem manda no que acontece na televisão é o público.
Mais ninguém.
Exijam.

Reparem na inteligência que Ben Stiller tem de gozar com ele próprio.
Isso sim, é humor inteligente.

domingo, 16 de julho de 2006

Isso

Ora...nem é tanto o calor.
É...
Exacto.
Ficamos então assim combinados.

sábado, 15 de julho de 2006

11h15 - Dentista

Hoje, 11h15, dentista.
Consultório bonito.
Motivo: Parti parte significativa de um dente, e antes que nosso senhor o levasse por completo, fui pedir ajuda aos justiceiros da boquinha.
Cadeira muito bonita, broca do "mai" lindo que há, e um instrumento do qual sou fã e não poderia deixar passar em branco: o aspirador de saliva.
Aparelhómetro de altíssimo nível, que permite compor melodias do mais belo que já foi ouvido quando se passeia por lá com a língua.
Equipam-me de babete e cabecinha encostada num almofada de medo.
Começa.
Abro a boca para além de muito. Se me pedissem para comer o mundo abriria pouco mais.
A primeira aproximação é feita com um espelhinho, meio apaneleirado, confesso. Uma espécie de retrovisor desse grande mundo que é o automóvel dentário.
Não estava nada de bom, e teria de aplicar um belo chumbinho, só para ver se eu me acalmava.
Começa, a sério.
Damos as boas-vindas a uma seringa, que vista assim, a medo, parece ter 3 andares.
Uma coisa enorme, de agulha em riste, que nos arromba as trancas da boca, entra porta a dentro da gengiva, e adormece-a.
E com ela, a calma.
O barulho de uma broca a trabalhar sobre o olhar atento do céu da boca ensurdece a parte fraca dos nervos.
Ensurdece-nos por dentro.
Atestaram-me o chão da língua com metal, barulhos e mãos que nos violam o sabor.
Cedida então a nossa boca, cumprimentamos as lâmpadas todas.
Vemos dois pares de olhos debruçados em "isto não está nada bom" e máscaras de demasiado à vontade.
Pensamos nas coisas todas que temos para fazer e que nunca vamos fazer.
Pensamos na nossa casa.
Pensamos em coisas para pensar.
Bochechamos restos mais que mortais num copo de água, e deixamos os músculos descansar.
Relembre-se aqui que bochechar água com meia boca adormecida é dos processos mais deprimentes a que se pode assistir. Fazemos tudo com um ar doutoral, mas os esguichos de água que escorrem queixo abaixo (também ele adormecido) dão-nos um toque de pateta alegre.
Anestesiado, mas alegre.
Fazemos promessas de terminar com as cáries do mundo inteiro. Que agora tudo vai ser diferente e esta dentição vai ser do mais bem cimentado que se viu por estas bandas.
Saímos. Pagamos meio PIB do Cazaquistão e saímos consultório fora.
Hoje como só com o lado esquerdo, e trinco a bochecha do lado direito que parece ter dois metros de largo.
Segunda feira volto lá. Parece que dava jeito ao Cazaquistão eu rebentar com outra cárie.

segunda-feira, 10 de julho de 2006

Só um apontamento.

Não é que eu não goste do Cláudio Ramos, prefiro é mulheres mais altas.

sábado, 8 de julho de 2006

Só assim.

Está um fim de tarde de peito dado ao mais que bom.
Um puff, do querido senhor "Fatboy": uma coisa gigante, no meio da relva.
Esteve um calor insuportável. Suava-se por uma sombra.
Mas agora sabe pela vida. Há dias em que o vento discute com a nossa pele que temperatura nos apetece.
E cede.
Falam durante 20 a 30 minutos, um desaguisado ou outro, porque em assuntos de temperatura não é tudo à primeira. Chega-se a uma média aceitável, tanto para o vento, como para a pele, e entra-se em vigor.
E fica-se, a olhar para a parte mais vazia do nada, e a pensar em tudo.
Tão bom, só assim.
A noite não foi falada. Tanto se pode manter o acordo, ou (como de resto tem sido), baixa a temperatura para um casaco centígrado.
Pouco me importa, estarei no teatro. Que por sua vez estará, creio eu, com pouca gente: Portugal joga às 20h, a peça começa às 21h30.

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Colombo, esse nome maior

Passei um bonito dia (mas muito bonito mesmo), nesse nome maior da cultura que é o Colombo.
Coisa boa.
(Em jeito de aparte: há muitas grávidas a passearem barrigas no Colombo. Demasiadas. Daquelas que são passeadas pelas barrigas, e descansam em tripés.)
Mas enfim, segui para a loja de informática.
(Em jeito de aparte: há muitos óculos graduados a passearem em lojas de informática. E muita, mas muita, testosterona.)
Agora sim, cheguei à loja de informática.
Motivo: uma impressora que prometia ser uma coisa que vai lá vai, mas nunca chegou a ir.
Decidi, como bom utente, informar-me mais sobre o paradeiro e funções da mesma.
Alvo: um promotor da marca da impressora. Pessoa especializada (ao que dizem) no assunto.
Pessoa bem apresentada, dentes bonitos, barba feita.
Entendimento no assunto? Não me parece.
"Eu gostava de imprimir fotos em tamanho 10cm por 15cm (o tamanho normal das fotos), mas a impressora só me deixa imprimir em papel A4. Como posso fazer?" disse eu, do fundo do meu 1.94m.
Silêncio.
Mas daqueles silêncios em que se olha para a máquina, de cima a baixo, entradas e saídas de cabos, como se a fotografia pudesse, por alma do Nosso Senhor das Impressoras, sair pelo cabo de alimentação.
"Epá...hum...pois isso agora..." (metade do problema, portanto, resolucionado) "Vou ligar para o nosso callcenter que os gajos hão-de saber isto".
Ligou. Não sabiam. Ou se sabiam, não desconfiavam.
Mexeu em botões como quem mexe em botões pela primeira vez. Tratava a máquina por você. Nunca a tinha visto mais gorda, ou se a viu, não se apresentaram.
Que isto é muito botão. Que até devia dar, mas não dava. Que a máquina é topo de gama e às vezes vem com truques que nem a malta sabe. Que tudo.
Arrematou, minutos roídos, em jeito de sobredotado no universo da informática:

"Isso se calhar o melhor é trocar por outra máquina".

Silêncio. Do meu lado do campo.
Fiz contas de cabeça em quanto me iria ficar insultá-lo. Dava demasiado.
Estou de paciência atestada para pessoas incompetentes a trabalhar. Por um racíocinio muito simples: conheço desempregados competentes que, também eles, têm bocas mais novas para alimentar.
Troquei. Mas por outra marca.
Despediu-se dizendo "Ganda maluco, gosto um molho do teu trabalho".
Despedi-me dizendo "Nunca vi o seu".

Agora, deito-me no sótão (onde a casa fica em bicos de pés), e imprimo fotografias de dias que me aqueceram o estômago do peito.
E isso vale tudo.

terça-feira, 27 de junho de 2006

Mais um copy-paste

"Sossegar não é descansar- não é uma consequência do cansaço. Quando Rebelo da Silva, citado por Moraes, que por sua vez cita o dicionário de Freire, diz:
"O coração não sossega, a vida cansa",
ambas as coisas são verdadeiras, mas a associação é enganadora, porque o coração não sossega por causa de a vida cansar.
Há cansaços bons. Não. O coração não sossega, porque não tem com que sossegar.
Quando aparece um amigo sem avisar, interrompendo tudo o que se tencionava fazer, sossega-se. Quando se está a lutar contra a injustiça e a maldade, com todas as forças que se tem, sossega-se. Quando se lê um poema ou uma história bonita, por muito triste que seja, sossega-se. Quando se acredita em Deus. Isso, sim, é sossegar.
Gosto de "sossegar" como verbo transitivo. Sossegar só por si não chega. É mais bonito sossegar alguém. Quando se pede "Sossega o meu coração", e se consegue sossegar. Quando se sai, quando se faz um esforço para sossegar alguém. E não é adormecendo ou tranquilizando, em jeito de médico a dar um sedativo, que se sossega uma pessoa. É enchendo-lhe a alma de amor, confiança, alegria, esperança e tudo o mais que é presente a tornar-se, de repente, futuro. É o futuro que sossega. "Amanhã vamos passear", sossega mais que "Não te preocupes" ou "Deixa lá, que eu trato disso"."


Miguel Esteves Cardoso, e eu.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Noite de fados, e uma frase...

..."Os olhos do meu amor não os vejo em mais ninguém"

terça-feira, 20 de junho de 2006

A medo

Hoje choveu o dia todo. A medo, deixei as águas furtadas da cabeça entre-abertas e sequei o sol na gaveta do peito.




Bem sei que sendo português, vou esbarrar com o politicamente correcto, mas cá vai (a medo):
Estou feliz.
Posso, mas não me quero queixar. Dá muito trabalho aos escritórios do meio dos nervos.
Ouço fado, mas com os vincos certos na cara.
Tenho dormido bem, graças a uma vasta equipa que me arrasta os olhos até ao rés-do-nada.
Já são horas. Quais? Não sei, é o que se diz nestas alturas.
Visto-me com roupas de dormir, daquelas que dão vergonha aos acordados.
Pais insistem (ou talvez só a mãe): "não deites fora essa t-shirt, aproveita que dá para dormir".
Dormir com uma t-shirt boa, pode, em muitos casos, fazer dói-dói no mais profundo sentimento do Dr. Ó-ó.
Era aborrecido.
Sempre imaginei o Dr. Ó-ó como um indivíduo de rastas,tocador do "mai" bonito djambé do Adamastor e a comer sabonetes de haxixe pra queimar o tempo.
O Dr Ó-ó não roda o sabonete (leia-se como nota de roda-texto)
E faz-se apresentar sempre, mas sempre, com uma t-shirt velha.
O Dr Ó-ó não é beto. Olha betinhos pró Dr. Ó-ó!
Raramente dormimos com uma camisa Gant ou Façonnable. E se o fizéssemos, ia-mo-nos dar mal.
Não queremos isso.
Sapato de vela azul escuro com sola branca? Não me parece. "Meiínha" velha.
O Sr Ó-ó não brinca: Trabalho é trabalho e bardamerda caladinhos.
Visto a tal t-shirt (viu dr ó-ó, há aqui uma generosa dose de respeito)

Apago a noite num cinzeiro, daqueles que guardam o que os pulmões não querem.
Tranco os olhos. Dou duas voltas, e deixo a chave encostada aos teus dedos, não te vá dar uma aflição a três terços da noite.
Durmo o número de horas desde sempre acordado com o centro das costas: demasiadas, mesmo para quem dorme demasiado.
Sonho.
A cores, ultimamente. Não porque seja uma exigência minha, que em matéria de sonhos sou um rapaz modesto, mas porque o preto e branco se esquece da tua cor.
Acordo com os bons dias sentados nos olhos.
Abro o chuveiro e dou de beber ao corpo e meio. O meu.
Desço, queimo o peito da língua com cinco tragos de café e escondo o açúcar na cave da língua, para o que der e vier.
Escondo a chave do carro no bolso, rasgo a porta de casa e dou de caras com a metade quente do sol.
Embrulho-o e guardo-o na terceira gaveta.




Hoje choveu o dia todo. A medo, deixei as águas furtadas da cabeça entre-abertas e sequei o sol na gaveta do peito.

domingo, 18 de junho de 2006

De rajada...

...perco a carteira, chave de casa, e do carro.
Assim, a quente.
E penso (pouquinho) de mim para mim:
"Bruno, caso ainda não te tenhas dado conta, uma parte generosa do teu império material desapareceu em 5 mn."
Riu-me, mas com a parte fraca do sistema nervoso.
Façamos então o ponto da situação:
Estou portanto algemado em casa, sem poder sair, sem transporte e sem dinheiro para me fazer transportar.
A pé? Muitos km´s. Mesmo. Nem sequer vamos por aí.
Telemóvel com saldo para ligar a alguém? Não me parece.
Um muito obrigado a todos os que tornaram isso possível.
E agora vou para dentro, que tenho um coração por bater.

terça-feira, 13 de junho de 2006

Uma linha

Haveria muitos textos engraçados para escrever, mas achei que uma linha chegava para alimentar outras quarenta nas vossas cabeças:

Cláudio Ramos como padrinho da marcha do Castelo.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Dia bom

Acordar com a alegria atestada no peito.
Arrumar cd´s, dvd´s, e livros nas prateleiras do "até que a morte nos separe".
Aproveitar a folga com tropeções em nada para fazer, mas que têm de ser feitos.
Cheiro a brasas com a língua de fora prás sardinhas.
Cheira bem.
Cheira a dias com sorrisos pregados nos cantos dos lábios.
E tu no canto dos olhos.



E agora shiuuu, que vou por o coração a dormir.

domingo, 11 de junho de 2006

Palavras amontoadas

Não tenho tema nenhum para o que vai ser escrito nos próximos minutos.
Só dedos a pisarem teclas com a força de dedos que pisam teclas.
São 19h30, o dia foi calmo, ou quase nada, como de resto se apresentam os Domingos. Fico sempre com a leve (muito leve) sensação de que o Domingo é a parte de trás de um outro dia qualquer.
Custa-me a acreditar.
Chego aos Domingos como quem chega à Igreja: não acredito.
Comi bem, graças a mim.
Acabei de ler o Expresso, onde ofereciam uma bonita bandeira de Portugal. A questão é: será que chegam?
O Mundial ainda não começou e já não posso ouvir falar dele. Que Deus o leve.
Descansei o dia todo.
Sinto-me de rastos.
Descansar cansa-me. Faz-me doer o meio da cabeça.
Recebo chamadas e mensagens boas, daquelas que fazem festinhas no peito do peito.
Desfolho a Focus, a Visão e a Única. Dão-me um ar intelectual e engana por segundos o leitor.
Arrumo-as, e com ela a tarde.
Como tudo o que engorda. Nada me engorda.
Olho para a agenda semi-fechada no outro canto da sala. Semi-abro-a.
Amanhã, segundo dizem, acorda outro dia.
O Domingo, passa o tempo a espreguiçar-se. E eu ajudo-o, em braços coreografados.
Bom jogo.
Angola já leva 1-0 na pá.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Retrospectiva

Afastado, um pouco.
Mas o trabalho e a falta de internet também ajudaram.
Ainda assim, fica aqui
ou melhor,
aqui,
o meu pedido de desculpas formal a todos os que diariamente tentam beber algo mais do que letras do meu blog.
Um grande bem haja também para a imprensa cor-de-rosa que tanto tenta saber da minha vida à boleia do meu querido blog. Ainda assim, garanto-vos que há coisas bem mais interessantes para vasculhar, nomeadamente um curso de jornalismo, por mais curto que seja.
Estreou então "O Pior Condutor de Sempre", o meu mais novo. Correu muito bem a estreia, ainda que num dia conturbado. Honestamente, a praia é mais convidativa do que um sábado à tarde frente à minha trombinha. Audiências muito boas ainda assim. Mais uma vez, muito obrigado.
Continua "Avalanche" no Villaret, até sabe Deus quando. E mesmo ele anda baralhado com estas coisas das datas.
Por hoje encosto-me no sofá com o portátil nas pernas, e leio os vossos mails.
A noite está mais do que boa, está de braços abertos.
Abraço-a?

sábado, 15 de abril de 2006

O preço a pagar

A única diferença que separa um paparazzi de um violador, é que o violador não se esconde.

quinta-feira, 23 de março de 2006

Boletim meteorológico

Suspiro a cinzento escuro, nestes dias. Tenho o céu todo a trovejar nos olhos.
É muito cinzento, mesmo para um amor daltónico. Cansa-nos a alma mal ela acorda.
Não lhe dá espaço para rasgar um ou dois vincos de riso.
Nada.
Arrasta-nos para o fundo do mundo.
Quando era (ainda) mais novo adorava estes dias. Estava intimamente ligado com o facto de não haver aula de educação fisica. E isso enchia-nos de coisas para fazer. Mesmo à custa de nunca as virmos a fazer.
Hoje em dia, mais precisamente hoje, desmancha-me. Vento, chuva e frio não alimenta muita esperança aos olhos.
Pelo menos aos meus.
Dá vontade de esconder o dia de toda a gente e esticar as pernas numa casa de janelas cimentadas.
Os dias cinzentos têm esse duro dom de descansarem uma lupa sobre o que quer que nos doa peito adentro.
A lupa é tão grande...
Que venha o sol, nem que seja por um quarto de hora, para nos lembrar que há vincos na alma.

segunda-feira, 20 de março de 2006

"O Pior Condutor De Sempre"

Começo, não tarda, a gravar um programa de televisão curioso. "O Pior Condutor De Sempre", assim se chama. Confesso que a principío fiquei de pé atrás, desconfiado na ideia de que se pretendia promover gratuitamente um mau condutor. A ideia não é essa, pelo menos de uma forma directa. Pretende-se "agarrar" em 13 maus condutores e submetê-los a uma melhora. Rir com eles, e não deles, entenda-se. Também eu não sou o melhor dos condutores. Nenhum português se assume um mau condutor, todos conduzem "benzinho" (leia-se: em contra-mão). Há sempre a probabilidade de num episódio levar uma ripada de um qualquer "bonzinho condutor" nas canelas e ficar com as pernas em U.
Quando começar a gravar deixo-vos mais detalhes.
Há fases da vida pessoal de quem vos escreve muito conturbadas e duras. Esta assinala-se uma delas.
Enfim...

sexta-feira, 17 de março de 2006

"Avalanche"


Bem sei, tenho estado ausente. Mas os motivos são bons, pelo menos para mim, confesso. Esta é a peça que me faz perder gramas e ganhar experiência nos dias que correm. Espero vê-los por lá.
Lá onde?
Villaret, de Terça a Sábado, pelas 21h30.
Apareçam.
E que nosso senhor vos acompanhe.
Ah, e aquele de cabelo muito arranjadinho...enfim...sou eu.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Ámen

Sou crente, e muito. Mas na realidade. É essa crença que me afasta do catolicismo, graças a deus.